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Consumo de energia deve voltar a crescer em 2016.
Estimativa do governo é de uma pequena retomada da demanda a depender do comportamento da classe residencial
17/09/2015
O governo estima que depois da queda de demanda por energia prevista para esse ano o setor pode apresentar uma retomada, mesmo que pequena, do crescimento em 2016. De acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, é o comportamento do consumo residencial que deverá indicar como ficará esse indicador no ano que vem.
Segundo o executivo, o PDE 2024, que foi publicado nesta quarta-feira, 16 de setembro, apresentou um volume menor de crescimento da capacidade instalada. Isso se deve à revisão da demanda feita esse ano, que levou a uma base menor, pedindo uma expansão do sistema menor que o previsto anteriormente.
“Teremos que analisar, principalmente, a questão do que ocorre com a queda do consumo residencial que foi o fato novo este ano em decorrência do efeito preço. No ano que vem se chover o preço pode recuar com o desligamento das térmicas e então devemos ainda ver o comportamento do consumidor se continuará a economizar ou retomará a aumentar a demanda”, afirmou o executivo da EPE.
Tolmasquim afirmou que dificilmente ocorrerá a licitação para a UHE São Luiz do Tapajós (PA, 8.040 MW) este ano. Segundo ele, o prazo é apertado e deverá ficar mesmo para 2016. Contudo, não considera que o momento econômico pelo qual passa o setor deverá ser negativo em termos de atração de investimentos na maior usina que ainda pode ser feita no país. De acordo com o executivo, o maior problema deverá ser quanto a disponibilidade de construtoras nesse segmento.
Essa avaliação deve-se ao fato de que o preço-teto sempre acompanha as nuances da economia no momento da licitação e que neste caso não será diferente. “O preço-teto terá que incorporar as questões do financiamento e se mudou as condições muda a taxa interna de retorno ao investidor, tudo leva a adequar o preço às condições do momento”, afirmou ele. “O projeto vai atrair investidores por ser um contrato de longo prazo e tarifa garantida”, ressaltou.
Recentemente, a EPE divulgou um levantamento com possíveis usinas com reservatórios no país. Esses aproveitamentos não fazem parte do PDE lançado hoje em função de ser apenas uma indicação do que há de oportunidades nessa área. Além disso, foi lançado esse estudo para estimular a discussão na sociedade já que há a conscientização de que os reservatórios são importantes para a segurança do abastecimento de energia no país assim como proporcionar a expansão das renováveis alternativas como a biomassa, eólica e a solar na matriz elétrica brasileira, que terão cada vez mais espaço na expansão do sistema.
 
Fonte: Mauricio Godoi, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Planejamento e Expansão 16/09/2015 - 19:09h
 
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